VOCÊ VAI DEIXAR O AEDES MARCAR SUA VIDA?

A Zika, Chikungunya e Dengue são doenças transmitidas pela picada do mosquito Aedes aegypti, da família Flaviridae, também conhecido como "mosquito da Dengue". Com a chegada da época do calor e do período chuvoso, todo cuidado é pouco para não deixar água parada em casa. O pneu que ficou esquecido no quintal, o vaso de planta na varanda ou, até mesmo, a calha de escorrimento de água no telhado podem ser locais propícios para a proliferação do mosquito.

O Aedes aegypti é um mosquito doméstico que pode viver, inclusive, dentro de casa e perto do ser humano. Com hábitos diurnos, o mosquito se alimenta de sangue, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer. A reprodução acontece em água limpa e parada, a partir da postura de ovos pelas fêmeas. Os ovos são colocados em água limpa e parada e distribuídos por diversos criadouros que pode ser os locais ou objetos que fazem parte da nossa casa, trabalho ou escola. Por isso, toda a sociedade deve se unir e trabalhar juntos para a eliminação dos focos do mosquito Aedes aegypti. Abaixo, confira alguns cuidados simples que evitam a transmissão:

# Mantenha a casa limpa e sem água parada para evitar os possíveis criadouros: nada de manter pratinhos de plantas com água, garrafas pet ou qualquer objeto que facilite o acúmulo de água;

# Dê um cuidado especial ao armazenamento e destinação do lixo. Jamais descarte qualquer outro material que possa acumular água no quintal de casa, no quintal de vizinhos, na rua ou em lotes vagos. Latas, caixas de leite e similares, é recomendável retirar o fundo para descartar;

# Mantenha as calhas livres de entupimentos para evitar represamento de água nas mesmas;

# Mantenha limpos e escovados os bebedouros de animais domésticos; a água deve ser trocada diariamente;

# Mantenha piscinas devidamente tratadas;

# Cuidados extras para reservatórios de água: caixas de água devem estar bem tampadas e vedadas. Se optar em armazenar água das chuvas, é importante que tampe bem os recipientes.

# A água sanitária também poder ser utilizada para eliminar as larvas do mosquito Aedes aegypti. Mas é importante lembrar que ela NÃO PODE ser utilizada em recipientes usados para armazenamento de água para consumo humano e de animais. O tratamento deve ser repetido semanalmente, de preferência em dia fixo, de modo a garantir que a solução continue efetiva.

# USO DE REPELENTES*

» Entre os sintomas mais comuns da Dengue estão a febre alta, associada à dor de cabeça, prostração, dores musculares, nas juntas, atrás dos olhos, vermelhidão no corpo (exantema) e coceira. Existem quatro sorotipos no país: DENV-I, DENV-II, DENV-III e DENV-IV. A infecção por um deles dá proteção permanente para o mesmo sorotipo, mas imunidade parcial e temporária contra os outros três.

» A febre Chikungunya é uma doença viral, muito comum em algumas regiões da África, causada pelo vírus CHIKV, da família Togaviridae. Na fase aguda, os sintomas são febre alta, dor muscular, exantema (erupção na pele), conjuntivite e dor nas articulações (poliartrite). No Brasil, o Aedes aegypti e o Aedes albopictus, mosquitos transmissores da dengue e da febre amarela, são vetores em potencial da doença.

» Da família Flaviviridae e do gênero Flavivirus, o Zika Vírus provoca uma doença com sintomas muito semelhantes ao da Dengue, febre amarela e chikungunya.De baixa letalidade, a chamada febre zika causa febre baixa, hiperemia conjuntival (olhos vermelhos) sem secreção e sem coceira, artralgia (dores nas articulações) e exantema maculo-papular (manchas ou erupções na pele com pontos brancos ou vermelhos), dores musculares, dor de cabeça e dor nas costas. A doença tem um período de incubação de aproximadamente quatro dias até os sintomas começarem a se manifestar e os sinais e sintomas podem durar até sete dias.

» O Zika Vírus está associado à microcefalia em bebês cujas mães foram contaminadas durante a gestação – e que trazem deficiências variadas. Além disso, há o risco de desenvolvimento da síndrome de Guillain-Barré (doença autoimune que acomete o sistema nervoso), recentemente associada ao vírus e que vitimiza principalmente crianças e idosos. Trata-se de uma doença nova no país. Seu primeiro surto foi registrado em 2007, na ilha de Yap, na Micronésia, e chegou ao Brasil no ano passado, segundo o Ministério da Saúde.

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*Os repelentes não são eficazes contra todas as espécies de inseto. A eficácia do IR 3535 é amplamente  comprovada  contra  o Anopheles  gambiae  e funestus,Aedes  aegyptis  e albopictus, Culex pipens e o Culex quinquefasciatus, piolhos, mutucas, borrachudos, abelhas, moscas tse-tsése domésticas e vespas.  
Toxicidade.

O IR 3535 tem toxicidade aguda muito baixa, sendo considerado como praticamente atóxico e tem amplo espectro de ação. Eficácia A  eficácia  de IR  3535 foi  comparada  com  Repelente  a  base  de  DEET  (N,N-dietil-meta-toluamida  e  N,N-dietil-3-metilbenzamida)  contra  os insetos Aedes  Aegypti e  Culex Quinquefasciatus.
Foram  avaliadas  duas  formulações,  creme  e  spray  com  concentrações  de  10  e  20%  com cada  repelente, IR  3535 e  DEET.  Oito  voluntários  testaram  todas  as  formulações  por  3 vezes. No teste, as formulações foram passadas no antebraço direito sendo que o esquerdo ficou como controle. Foi avaliado tempo entre a primeira e a segunda picada. Os resultados comprovaram que a eficácia de IR 3535 e DEET é muito parecida contra os mosquitos testados nas mesmas concentrações.

A vantagem do IR 3535 sobre o DEET ainda se dá pela baixa toxicidade sendo indicado para crianças. Também por manter sua ação quando associado às formulações de proteção solar.  

Atóxico,  inodoro,  transparente,  elevada  estabilidade,  amplo  espectro  de  ação,  compatível com os principais excipientes, ativo inclusive contra Aedes aegypti. Indicado para produtos infantis e filtros solares.

FONTE: SECRETARIA DE SAUDE E LITERATURA FORNECEDORES

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